segunda-feira, 4 de abril de 2011

SOS HISTÓRIA UNEB CAMPUS XVIII

O curso de historia do Campus XVIII da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Eunápolis, apesar de já existir a mais de cinco anos, ainda não foi reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação. Todos os estudantes que concluíram os cursos até agora, estão sem receber seus diplomas.
Esta demora para que o reconhecimento aconteça gera nos funcionários e alunos do Campus XVIII da UNEB sentimentos de insegurança, impotência, revolta e outros. Ainda mais agora com a necessidade de fazer ajustes para o processo de reconhecimento – o que requer um trabalho minucioso - e sem funcionários para tal.

Entretanto, devemos nos dar conta que não é só este problema vivido pelo Departamento de História da Uneb Campus XVIII. O decreto 12.583, publicado pelo governo do estado no Diário Oficial em fevereiro deste ano que tem como objetivo cortar gastos do governo inviabiliza a contratação ou promoção de professores e deixa estudantes de algumas disciplinas sem aula, inclusive formandos, além de ferir a autonomia das instituições superiores de ensino.

A nossa situação fica ainda mais delicada se considerarmos que o Edriano, nosso incansável coringa do departamento, está deixando a UNEB muito em breve, pois seu contrato está vencendo. O professor Cancela que também não é remunerado para exercer a função de coordenador do colegiado, está deixando o cargo, pois necessita concluir o seu doutorado. O processo de Dedicação Exclusiva da professora Célia não foi deferido ainda. É possível que a professora Flordeni saia de licença por motivos de saúde e como remanejar professores para substituí-la com este decreto em vigor?

Enfim, estamos vivendo um momento crucial dentro da instituição: carência de funcionários e a sobrecarga dos professores do Campus XVIII podem contribuir para o surgimento de vários outros problemas como, por exemplo, o atraso do curso.

Urgente:

É necessário criarmos comissões de graduandos e principalmente de graduados que foram formados aqui neste campus para cobrarmos a conclusão do processo para o curso história e mais do que isso, é preciso articular um movimento exigindo do Governo Estadual que retire deste decreto a educação e que dê condições mínimas para o Campus XVIII da UNEB existir de fato!

domingo, 3 de abril de 2011

"Africanos são amaldiçoados". Declaração de deputado causa revolta no Twitter

Está virando festa...

Depois de Jair Bolsonaro, outro deputado eleito se envolveu em polêmica. O pastor Marco Feliciano (PSC) provocou reações adversas de usuários do Twitter depois de afirmar na rede que africanos descendem de um ancestral amaldiçoado por Noé e que sobre o continente africano respousa a "maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, aids (sic)". Na madrugada desta quinta, ele afirmou que iria abandonar o microblog.


“Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters rsss”, diz a mensagem postada no perfil do deputado, que é pastor evangélico e empresário.


Na sequência, Feliciano afirma: “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome...”


FONTE: INSTITUTO MÍDIA ÉTNICA

Audiência Pública sobre o decreto 4.887/03 que regulariza as terras quilombolas

De acordo com a Fundação Cultural Palmares, 3.524 comunidades foram mapeadas como remanescentes dos quilombos podendo esse número chegar 5 mil em todo  país

Nesta terça-feira ( 5/04), às 9:30Hs, na sala das comissões Eliel Martins, da Assembléia Legislativa, localizada no CAB- Bahia, ocorrerá audiência pública relativa à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3.239)  do decreto 4.8887/03 movida pelo partido Democrata. O decreto, sancionado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, visa acelerar a regularização fundiária dos territórios pertencentes às comunidades remanescentes dos quilombos. Farão parte da mesa de discussão, o Conselho Estadual dos Quilombolas da Bahia, o Coletivo de Entidades negras (CEN) e a jornalista e diretora do documentário RG Quilombola, Jaqueline Barreto, que está com lançamento previsto para maio.

Em Junho, o Supremo Tribunal Federal, irá julgar o caráter constitucional do decreto 4.887/03 que foi criado com o objetivo de regulamentar o processo de identificação, reconhecimento, delimitação,  demarcação e titulação das terras ocupadas pelos quilombolas. O decreto,  além de apontar as diretrizes sobre a regularização das terras petencentes aos quilombolas, funciona como um facilitador jurídico para efetivação de políticas púbicas destinadas à melhoria da qualidade de vida das comunidades. A derrubada do decreto representará um grande retrocesso histórico na medida que, irá paralisar todo o processo de titulação e afetar na efetivação de programas governamentais destinados aos  quilombolas.

Por Jacqueline Souza Barreto.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

EDUCAÇÃO LEVADA A SÉRIO É ASSIM. OU NÃO?

 
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007, DETERMINA A OBRIGATORIEDADE
DE OS AGENTES PÚBLICOS ELEITOS MATRICULAREM SEUS FILHOS E DEMAIS
DEPENDENTES EM ESCOLAS PÚBLICAS ATÉ 2014.

Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em
escolas públicas. Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito
(vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos
na escola pública. As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola
pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das
implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.
Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. O
projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA. Desde o
começo de 2009 ele se encontra parado na CCJ - Comissão de Justiça.
Ainda que você ache que não pode fazer nada a respeito,
pelo menos passe adiante para que chegue até alguem que pode fazer
algo.

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/10943.pdf

http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul

Robôs são controlados remotamente por professores humanos
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Uma cidade da Coreia do Sul está testando o uso de robôs em salas de aula. O projeto piloto levou 29 robôs que medem 1 metro de altura para ensinar inglês a jovens. Os robôs são controlados remotamente por professores que ficam nas Filipinas.
Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do SulRobôs ensinam inglês a crianças em cidade da Coreia do Sul. (Foto: AFP)Como os robôs dispõem de uma TV que exibe o rosto de uma mulher, câmeras detectam as expressões faciais dos professores e as refletem nesse rosto. Além disso, os professores conseguem ver e ouvir os estudantes por meio de um sistema remoto.

Além da leitura de livros, os robôs usam um software pré-programado para cantar músicas e jogar games com os alunos. Segundo uma porta-voz da Secretaria de Educação da cidade, os robôs ainda estão sendo testados, mas o governo estuda contratá-los por um período maior.
“Ter os robôs em sala de aula deixa os alunos mais participativos, especialmente os tímidos que têm medo de falar”, explicou a porta-voz. Ela também afirmou que a ideia não é substituir os professores humanos, e, sim, atualizar o sistema de ensino e dar aos alunos formas mais interessantes de aprendizado.
Fonte:
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/robos-substituem-professores-em-salas-de-aula-da-coreia-do-sul.html

Artigo: Algumas propostas para a Educação em 2011

Ano novo, governo novo, ministro antigo. Apesar dos erros no novo Enem, Fernando Haddad, professor de Sociologia da USP (Universidade de São Paulo) vai continuar à frente do Ministério da Educação. Haddad realmente avançou em sua gestão no MEC, o que é reconhecido por educadores de várias colorações político-ideológicas. A resistência que havia ao seu nome estava concentrada em parte dos parlamentares do PT que desejavam um Ministro que fizesse mais "política" - claro, da forma que estes parlamentares entendem o que é política - e a parcela da sociedade que teve que se submeter às últimas provas do ENEM.
Deixo, para este começo de ano e de governo, algumas propostas para a Educação. Claro que não são todas possíveis e nem definitivas. São apenas temas para aprimorarmos o debate. Tivemos esta oportunidade, a do debate, no processo eleitoral, mas esta campanha foi marcada pelo "não debate". Apesar de o processo eleitoral de 2010 ter exigido que os candidatos apresentassem programas de governo no ato do registro da candidatura, os dois presidenciáveis que disputaram o segundo turno apenas “fingiram” ter entregue suas propostas. Dilma enviou ao TSE um documento e, em seguida, o trocou por outro, menor e mais ameno. Serra encaminhou a cópia de dois discursos.
A falta de projeto se repetiu nos debates eleitorais e na propaganda da TV, causando a desconfiança de que os dois maiores partidos do Brasil não tinham projeto para o País. Protagonizam, como já dito, uma eleição do “não-debate”.
Na área de educação, não foi diferente. Apesar de todos terem repetido que iriam priorizá-la, melhorar a qualidade de ensino, aumentar o número de vagas e valorizar o professor, o fizeram de forma genérica, sem comprometimento e poucas vezes indicando como cada ação seria viabilizada. Falaram para a platéia, à espera de palmas, e de votos. A valorização do professor só entrou de fato na pauta depois da eleição, com a apresentação, pelo próprio Haddad, do Plano Nacional de Educação.
Um exemplo da pobreza do debate foi a questão do ensino profissionalizante, o tema relacionado à Educação, ou ao Ensino, mais abordado pelos candidatos. Serra e Dilma defenderam, sempre que possível, uma significativa ampliação do ensino técnico e tecnológico. Nas disputas estaduais foi a mesma coisa.
Há alguns anos, discutia-se qual seria a função da educação. Preparar os alunos, na escola pública, para a vida em sociedade ou para o mundo do trabalho? Em geral, educadores de esquerda defendiam uma educação direcionada para a vida em sociedade, e professores adeptos ao neoliberalismo defendiam um ensino que preparasse os alunos para ocupar uma posição no mercado de trabalho.
Nas eleições brasileiras, parece que, da pior forma possível, a dicotomia foi resolvida. Não vimos candidatos defenderem a educação como um valor em si. Em 2010, os dois defenderam uma educação que há pouco tempo qualquer educador progressista condenaria. E fizeram isso por saber que a população mais pobre e parte da classe media vê a educação profissionalizante como forma de ascensão social, o que é uma perversidade.
A educação profissionalizante não tem condições, por si só, de gerar empregos. Sem mudar a macroeconomia, os empregos serão os mesmos. Pouquíssimas empresas deixaram de investir no Brasil por falta de mão de obra qualificada. No ABC paulista, a expansão de cursos profissionalizantes do SENAI acabou por colocar no mercado mais mão de obra do que a demanda, provocando a queda nos valores médios dos salários. O Programa Primeiro Emprego, do governo federal, dava um curso de qualificação, mas encaminhou apenas uma pequena parte de seus alunos, de fato, para o primeiro emprego, sendo que as vagas que ocuparam, várias delas em franquias de restaurantes de comida rápida, já existiam mesmo sem o programa.
E essa prática impede que a pessoa voe mais longe. Um aluno advindo do ensino público que faz um curso técnico e conquista um emprego que paga R$ 2.500,00 por mês tende a se dedicar a aquela carreira. Ele dificilmente tentará ser advogado, administrador, médico ou ter outra profissão que possa lhe dar uma renda maior. Nada contra o ensino técnico, mas ele não pode ser a única opção para o jovem, e muito menos a única opção de ensino público de qualidade.
Enquanto isso, temas ligados à educação, que deveriam ser discutidos nestas eleições, foram deixados de lado. A sociedade ficou sem saber o que pensavam os candidatos e o que se podia esperar deles. O resultado é que até hoje não sabemos o que pensa sobre Educação, de fato, a presidente Dilma.
Financiamento da Educação
O FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) foi uma conquista. Hoje ele pega parte da arrecadação dos estados e municípios e redistribui as receitas conforme o número de alunos matriculados, na educação básica, em cada estado ou município. Mas ainda é preciso avançar. A participação do governo federal no fundo precisa ser ampliada. Os recursos para as Universidades Federais precisam ser vinculados. Em São Paulo, por exemplo, 9,57% do valor arrecadado com o ICMS vai direto para os caixas das Universidades Públicas do estado. Poderíamos garantir, na constituição, que parte das receitas geradas pelo Pré-Sal fossem direto para a Educação. Um percentual mínimo do PIB a ser investido em Educação é uma coisa interessante. Plínio, o candidato que trouxe alguma emoção para os debates do primeiro turno, propunha 10%. Marina Silva, que venceu perdendo, defendia 7%. Hoje gastamos cerca de 5%.
Ensino básico
Os currículos do ensino básico precisam ser menores e deixar espaço para a inclusão de questões ligadas à região que moram os alunos. Os gestores de educação locais precisam deixar de cumprir o papel de simples executores das políticas e passar a influenciá-las e, até mesmo, formulá-las. Em geral, alunos de licenciatura de Universidade Federais se formam e passam a trabalhar em escolas privadas. Que tal todo aluno de licenciatura que fizer faculdade pública ter que dedicar parte da carreira ao serviço público?
Educação infantil
A educação infantil precisa cumprir sua obrigação constitucional. O direito de uma vaga é garantido a todo cidadão, mas muitos só vão conseguí-la se apelarem para a Justiça. O governo federal precisa facilitar o acesso e garantir o financiamento para os municípios.
Ensino Médio
O Ensino Médio precisa ser reformado. Hoje ele é chato e desinteressante. A maior parte de seus conteúdos não tem função nenhuma. Precisamos romper com a ditadura do livro didático e das apostilas. Eles engessam o trabalho dos professores e não contribuem para a formação de um aluno cidadão e autônomo, que goste de conhecer, saiba resolver problemas, tenha capacidade de fazer um projeto de vida e defender suas posições e atue, na sociedade, de forma eticamente responsável.
Ensino Superior
O acesso ao Ensino Superior público precisa ser repensado. Se esta escola não consegue ser para todos, ela precisa, no mínimo, cumprir a função de fomentar a pesquisa para o desenvolvimento humano e econômico do país. Para tanto, precisa receber os melhores talentos do Brasil. Da forma que seleciona, isso não ocorre. O vestibular atrai os que se adaptaram à nossa escola atrasada e os que respondem bem a testes de alternativas.
As universidades federais precisam continuar ampliando o número de vagas, mas o Estado não pode permitir que os novos cursos e vagas e as novas universidades tenham qualidade inferior ao tradicional Ensino Público Superior. Não pode um curso, só por estar em uma cidade média ou pequena, contar com “cuspe e giz” e mais nada. Além disso, precisamos ter um número de alunos por professor no mínimo razoável. Hoje, o número de alunos por professor, nas escolas públicas de ensino superior, é muito pequeno.
Na ampliação do Ensino Superior precisamos incluir os cursos mais tradicionais, aqueles que hoje os vestibulares apresentam maior concorrência. Hoje as Federais, e o próprio governo, não fala muito disto. Alguns fogem do debate por acreditar que criar mais destes cursos, como é o caso de Medicina, influenciaria a qualidade. Pura besteira. Mais cursos formariam mais professores e a ampliação da arrecadação e dos investimentos na Educação poderiam garantir estrutura para novas vagas. Outros não discutem simplesmente por que gostam muito deste sistema de seleção, que exclui muitos daqueles que poderiam ser ótimos médicos, engenheiros, advogados, entre outros, e beneficia as Universidades Particulares.
Podemos ir um pouco além. Que tal, conforme propus para as licenciaturas, que os médicos formados pelas Federais tenham que passar o início da carreira no serviço público? Hoje, boa parte dos que ingressam em Medicina só passam pelos postos de saúde da periferia ou das pequenas cidades no início da carreira. Na primeira oportunidade, pulam fora. São vários os casos de lugares que não encontram médicos dispostos a trabalhar no Programa Saúde da Família. Arrisco a dizer que, se não aumentarmos o número de vagas em algumas carreiras, como Medicina e Engenharia, teremos um grande gargalo no nosso crescimento econômico, tal como foi o apagão da década de 90 (nossa produção de energia foi menor que a demanda, o que impediu maior crescimento do PIB).
O acesso ao crédito (FIES) e a cessão de bolsas (PROUNI), pelo governo, para um aluno estudar em uma escola superior privada precisam também ser amplamente discutidos. O melhor é financiarmos instituições particulares ou ampliarmos vagas em nossas federais? Se continuarmos no caminho do FIES e do PROUNI, precisamos exigir, com mais veemência ainda, qualidade destas Instituições Privadas.
O ENEM deve continuar ou não seu caminho de substituir os vestibulares? Se continuar, que é o que deve acontecer, é fundamental tomar providências para que sua capacidade de induzir mudanças no Ensino Médio, incluindo o desenvolvimento de eixos cognitivos e competências, em contraposição ao ultrapassado ensino conteudista, seja otimizado. Não seria o caso de o MEC ter um programa de capacitação de professores do Ensino Médio, para que eles se adaptem ao modelo de exame?
Novas tecnologias
As novas tecnologias são fundamentais para o processo educativo. O acesso à Internet para todos é o mínimo que o governo precisa garantir. Lembro que a Finlândia colocou na sua constituição o direito à internet de um mega para seus cidadãos. No Brasil, nove bilhões de reais do FUST (Fundo de Universalização dos Sistemas de Telecomunicações) repousam nos cofres do governo. Este dinheiro é descontado/cobrado, todo mês, desde 2001, nas contas de telefones de todo brasileiro e até hoje não foi usado para nada. Seriam suficientes para universalizar o acesso à internet em banda larga.
Estes são alguns dos temas, em educação, que deveriam entrar na pauta nacional. A eleição não cuidou disto, mas a sociedade pode, e deve, entrar no debate. Alguns temas, como a valorização do professor, a relação com as Universidades Estaduais, as cotas sociais e as propostas para a melhoria do ENEM, entre outros, deixo para discutirmos em artigos específicos.

Fonte: Mateus Prado (Último Segundo)

Seleção de bolsistas para Iniciação Científica, até dia 06/abril.

Tema de estudo: as práticas em educação sexual e as posturas docentes frente a diversidade humana.
Recorte: a investigação utilizará questionários que deverão ser aplicados junto a professoras e professores de escolas da rede pública de Eunápolis.
Requisitos: disponibilidade de 20 horas semanais, estar matriculado/a no 4º, 5º ou 6º semestre e nao ter vínculo empregatício.
Contato por email com prof. André Heloy Avila: aheloy@gmail.com
obrigado

Professor André Heloy Avila